Artigos e Informativos

O NDP tem como objetivo fornecer informações sobre diferentes assuntos.
Periodicamente novos textos serão acrescentados, permitindo assim que você se mantenha atualizado e possa refletir sobre temas importantes para o nosso dia a dia.
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  • O que é Naturopatia? Open or Close

    O que é Naturopatia?

    Fazemos parte de um todo e somos influenciados por energias, substâncias que nos são oferecidas pela Natureza, podendo trazer alívio e processos de cura para nossas dores, sejam elas físicas ou emocionais.

    A dor é um processo natural ao desenvolvimento humano, como já ouvimos muito dizer: Crescer dói. Mas quando a dor se torna muito intensa, causa desequilíbrios que levam a processos de adoecimento, que precisam ser tratados com muita atenção, responsabilidade e carinho.

    Hoje temos recursos de tratamentos diversos com acompanhamento médico, e uso de medicação que trazem o alívio buscado pelo ser humano que se encontra na dor, e isto é esplêndido. Porém como somos parte da natureza, também encontramos nela, terapias que auxiliam nos processos de cura, com propostas de alívio das dores em paralelo ao autoconhecimento, necessário para que possamos Ser e Estar na vida de forma mais completa e saudável.

    A Psicoterapia é um excelente meio para trilharmos este caminho do autoconhecimento, e agora apresentamos aos nossos clientes algumas terapias integrativas que estamos oferecendo àqueles que buscam suas curas interiores:

    Cristaloterapia - Terapia com Cristais

    Cromoterapia - Terapia através das Cores

    Aromaterapia - Terapia através de Óleos Essenciais

    Auriculoterapia - Tratamentos através dos Pontos de Acupuntura nas orelhas

    Florais de Bach - Terapia através das flores estudadas pelo Dr. Edward Bach, que desenvolveu 38 Remédios que atuam sobre os estados emocionais do ser humano.

    Ressaltamos que as Terapias integrativas fazem parte de um caminho trilhado por nossos ancestrais, que aos poucos foi sendo esquecido por nossos contemporâneos, e que está sendo resgatado por estudos e práticas de pessoas que acreditam que podemos encontrar pontos de equilíbrio dentro de nós mesmos, em comunhão com elementos da Natureza, que nos mantém saudáveis.

    Alessandra Monteiro Duarte - Psicóloga e Naturopata

  • Alimentos ultraprocessados Open or Close

    Alimentos ultraprocessados

    Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hospital do Coração. Alimentação Cardioprotetora, 2018.

    Os alimentos ultraprocessados devem ser evitados, pois são nutricionalmente desbalanceados e tendem a aumentar o risco de doenças e deficiências nutricionais. Eles são produtos que têm uma fabricação que envolve várias etapas, técnicas de processamento, ingredientes como aditivos químicos e uma pequena ou nenhuma proporção dos alimentos in natura.


    Exemplos: biscoitos doces e salgados, sucos em pó, refrigerantes, temperos prontos, embutidos, salgadinhos de pacote, macarrão instantâneo, entre outros. Para saber se um alimento é ultraprocessado ou processado, é necessário consultar a lista de ingredientes no rótulo do alimento. O alimento é considerado ultraprocessado quando há um grande número de ingredientes pouco conhecidos que não são utilizados em preparações culinárias (exemplos: gordura vegetal hidrogenada, óleos interesterificados, xarope de frutose, entre outros).


    Os ultraprocessados são ricos em gorduras, açúcares ou sal que são adicionados nos produtos para aumentar a duração e melhorar o sabor. Essas gorduras resistem à oxidação, mas podem obstruir as artérias que têm a função de conduzir o sangue dentro do nosso corpo.


    Além disso, por terem pouca ou nenhuma quantidade de alimentos in natura ou minimamente processados são pobres em fibras, minerais e vitaminas. As fibras são muito importantes para auxiliar na prevenção de doenças do coração, diabetes e câncer.


    Esses alimentos ultraprocessados têm excesso de calorias, além de causarem impactos culturais, sociais e ambientais, visto que as formas de produção, distribuição, comercialização e consumo são desfavoráveis.


    É necessário enfatizar que os alimentos ultraprocessados diminuem o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados (alimentos benéficos para a nossa saúde).


    Dessa forma, é melhor optar por alimentos in natura ou minimamente processados e realizar preparações culinárias do que consumir alimentos ultraprocessados.

    Escrito por Gabriela Coiado Mota - estudante de nutrição 3o ano/ 6o semestre da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

    Bibliografia: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia alimentar para a população brasileira. Ministério da Saúde, 2014.

  • Alimentos processados Open or Close

    Alimentos processados

     

    Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hospital do Coração. Alimentação Cardioprotetora, 2018.

    Os alimentos processados são aqueles que foram produzidos por meio de técnicas de processamento simples semelhantes às técnicas culinárias como cozimento, secagem, fermentação, acondicionamento dos alimentos em latas ou vidros e uso de métodos de preservação. Esses alimentos podem ser vistos como as versões modificadas dos alimentos em geral, assim apresentam a adição de ingredientes culinários (sal, açúcar, óleo ou vinagre) em um alimento in natura ou minimamente processado.

    Exemplos desses alimentos são os queijos, enlatados, frutas em calda ou cristalizadas, carne seca, atum, pães (feitos de farinha de trigo, leveduras, água e sal) e legumes em conserva.

    É importante limitar o consumo de alimentos processados, pois há uma alteração desfavorável na composição nutricional devido aos ingredientes e métodos de processamento que são feitos na fabricação desses alimentos.

    A adição de sal ou açúcar em quantidades maiores do que geralmente são feitas nas preparações culinárias transformam o alimento original em fonte de nutrientes que se forem consumidos em grande quantidade aumentam o risco de doenças crônicas. Além disso, a perda de água, que ocorre na sua fabricação, e a adição de açúcar ou óleo deixam o alimento com alta densidade calórica aumentando o risco de obesidade.

     

    Escrito por Gabriela Coiado Mota - estudante de nutrição 3o ano/ 6o semestre da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

    Bibliografia: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia alimentar para a população brasileira. Ministério da Saúde, 2014.

  • Ingredientes Culinários Open or Close

    Ingredientes culinários

    Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hospital do Coração. Alimentação Cardioprotetora, 2018.

    Os ingredientes culinários (óleos, gorduras, açúcar e sal) são produtos que foram extraídos dos alimentos in natura ou direto da natureza com técnicas de processamento como prensagem, moagem, trituração, pulverização e refino. Eles são utilizados para temperar e cozinhar os alimentos, além de criar preparações culinárias.


    São exemplos desses produtos: óleo de soja, óleo de milho, óleo de girassol, azeite, manteiga, banha de porco, gordura de coco, açúcar de mesa branco, açúcar demerara, açúcar mascavo, sal de cozinha refinado, sal grosso, entre outros.


    Os óleos, gorduras, sal e açúcar precisam ser utilizados em pequenas quantidades nas preparações culinárias, pois apresentam alto teor de nutrientes que quando consumidos em excesso prejudicam a saúde, é o caso das gorduras saturadas (presentes nos óleos e nas gorduras) e do sódio (encontrado no sal de cozinha) que podem trazer riscos de doenças do coração. O açúcar livre que está no açúcar de mesa também aumenta o risco de cárie dental, de obesidade e de outras doenças crônicas.


    Quando os ingredientes culinários são utilizados adequadamente colaboram para deixar a alimentação bem saborosa e variada, além de não ocasionarem um desbalanço nutricional.

     

    Escrito por Gabriela Coiado Mota - estudante de nutrição 3o ano/ 6o semestre da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

    Bibliografia: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia alimentar para a população brasileira. Ministério da Saúde, 2014.

  • Alimentos in natura e minimamente processados Open or Close

    Alimentos in natura e minimamente processados


    Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hospital do Coração. Alimentação Cardioprotetora, 2018.

    Os alimentos in natura são obtidos diretamente de plantas (folhas e frutos) ou de animais (ovos e leites) sem sofrerem mudanças após deixarem a natureza.

     

    Os alimentos minimamente processados são alimentos in natura que antes de serem adquiridos passaram por alguma alteração como por exemplo limpeza, remoção de partes não comestíveis, refrigeração, secagem, embalagem, pasteurização, moagem, fermentação, entre outros. Esse processamento mínimo contribui para que o alimento não se deteriore tão rápido e facilite a digestão. É importante salientar que no processamento mínimo não há adição de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento.

     

    Os exemplos de alimentos in natura ou minimamente processados são água, grãos, tubérculos, raízes, legumes, verduras, frutas, ovos, castanhas, sucos integrais, chá, café, cereais, especiarias em geral, ervas frescas ou secas, farinhas de mandioca, de milho ou de trigo, carnes de gado, de porco e de aves e pescados frescos, resfriados ou congelados, leite pasteurizado, ultrapasteurizado (“longa vida”) ou em pó, iogurte (sem adição de açúcar), entre outros.

     

    É recomendado que a base de nossa alimentação seja feita por alimentos in natura ou minimamente processados principalmente de alimentos de origem vegetal para assim termos uma alimentação balanceada e adequada considerando também a questão sustentável, pois estes têm boa variedade da quantidade de energia e de nutrientes. Os alimentos de origem animal mesmo sendo fontes de proteínas, vitaminas e minerais, não apresentam fibras e podem ter muitas calorias e gorduras não saudáveis que aumentam o risco de doenças crônicas.

     

    Escrito por Gabriela Coiado Mota - estudante de nutrição 3º ano/ 6º semestre da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
    Bibliografia: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia alimentar para a população brasileira. Ministério da Saúde, 2014.

  • Guia Alimentar para a População Brasileira Open or Close

    Guia Alimentar para a População Brasileira

    Fonte: Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira, 2014.

    O Guia Alimentar para a População Brasileira é um documento oficial lançado em 2014 que direciona a população para uma alimentação saudável e adequada envolvendo a complexidade dos sistemas alimentares atuais, além das mudanças no padrão alimentar e nutricional que os indivíduos passaram nos últimos anos. Assim, ajuda o Ministério da Saúde a desenvolver estratégias de promoção do direito humano à alimentação adequada possibilitando a segurança alimentar da população.


    Esse documento mostra que a alimentação não é somente a ingestão de nutrientes, mas é algo muito mais complexo, pois é necessário pensar na combinação e preparação dos alimentos, além das práticas alimentares.


    Existem determinantes alimentares que são levados em consideração, tais como: questões econômicas, ambientais, contexto social, gênero, raça, etnia, crenças, acesso aos alimentos, educação, cultura, afetos, sentimentos e necessidade de ingestão.


    Também é importante considerar o modo de comer que envolve o tempo, a atenção, o espaço, a companhia, a oferta, o custo e as habilidades culinárias que terão influência na alimentação, visto que faz diferença comer sozinho assistindo televisão e comer junto com a família e amigos.


    Esse documento auxilia nas escolhas alimentares, nas preparações e no consumo dos alimentos, levando em consideração os fatores ambientais e culturais.
    O Guia Alimentar também mostra um enfoque na questão do processamento de alimentos que serão abordados nos próximos textos. Eles são classificados em quatro categorias:

    1. Alimentos in natura e minimamente processados
    2. Ingredientes culinários
    3. Alimentos processados
    4. Alimentos ultraprocessados

    Escrito por Gabriela Coiado Mota - estudante de nutrição 3º ano/ 6º semestre da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

    Bibliografia: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia alimentar para a população brasileira. Ministério da Saúde, 2014.

  • "Como posso enfrentar o isolamento?" Open or Close

    "Como posso enfrentar o isolamento?"

    Mestre, como posso enfrentar o isolamento?

    -Limpe sua casa. A fundo. Em todos os cantos. Mesmo aqueles que você nunca teve vontade, coragem e paciência de tocar. Torne sua casa brilhante e cuidada. Tire a poeira, as teias, as impurezas. Até as mais escondidas. Sua casa representa a si mesmo: se você cuida dela, você também se cuida.

    - Mestre, mas o tempo está longo. Depois de cuidar de mim através da minha casa, como posso viver o isolamento?

    - Conserte o que se pode consertar e elimine o que você não precisa mais.

    Dedique-se à colcha de retalhos, borde suas calças, costure bem as bordas desgastadas dos seus vestidos, restaure um móvel, conserte tudo o que vale a pena reparar.

    O resto, jogue fora. Com gratidão. E com consciência de que o seu ciclo acabou. Arrumar e eliminar fora de você permite consertar ou eliminar o que está dentro de você.

    - Mestre, e depois o quê? O que posso fazer o tempo todo sozinho?

    - Semeia. Até uma semente em um vaso. Cuide de uma planta, regue-a todos os dias, fale com ela, dê um nome, tire as folhas secas e as ervas daninhas que podem sufocá-la e roubar energia vital preciosa. É uma maneira de cuidar de suas sementes interiores, dos seus desejos, das suas intenções, dos seus ideais.

    - Mestre e se o vazio vier me visitar?... Se vier o medo da doença e da morte?

    - Fale com eles. Prepare a mesa para eles também, reserve um lugar para cada um de seus medos. Convide-os para jantar com você. E pergunte-lhes por que eles vieram de tão longe para sua casa. Que mensagem eles querem lhe trazer? O que eles querem comunicar a você?

    - Mestre, acho que não consigo fazer isso...

    - Não é o isolamento seu problema, mas sim o medo de enfrentar seus dragões interiores. Aqueles que você sempre quis afastar de você. Agora você não pode fugir. Olhe nos olhos deles, ouça-os e você descobrirá que foi colocado contra a parede. Você foi isolado para poder falar consigo mesmo.

    Como as sementes que só podem brotar se estiverem sozinhas.”

    O texto acima é de autor desconhecido e foi um post extraído e adaptado de Zen Toyo.

     

    Reflete-se que a casa apresentada no texto acima pode ser comparada à casa interior de cada um nós, onde há os conteúdos mais profundos que nos habitam. Esse texto nos faz um convite a enfrentar a difícil tarefa de realizar um diálogo interior com os nossos próprios medos. Trata-se de um processo árduo, mas extremamente importante e de algo que pode levar um tempo particular para cada um, mas, sem dúvida, pode constituir o início de um caminho em direção à própria transformação.

    Irene Aparecida F. Mendes e Thaís Mendes Sinibaldi

     

     

  • O Fazedor de Chuva Open or Close

    O Fazedor de Chuva

    “Numa cidade do interior da velha China, ocorreu uma terrível estiagem. Os rios, as barragens, os açudes iam secando; o gado, as cabras, os bodes, a vegetação, tudo ia morrendo. O povo passava fome, com as crianças desnutridas, intensificava-se a mortalidade infantil. Diante de tamanha calamidade pública, a Câmara de Vereadores se reuniu procurando uma solução. Um dos vereadores sugeriu que se contratasse um “fazedor de chuva” que atendia em um centro mais desenvolvido da região. A Câmara autorizou o vereador a fazê-lo.

    Ao chegar à cidade, o prefeito perguntou ao fazedor de chuva quanto cobraria para realizar o milagre da chuva. Respondeu ele: a soma acertaremos depois. Por ora, faço duas exigências: que me arranjem um lugar afastado da cidade, uma pequena cabana onde possa repousar e que me tragam diariamente um pão e um copo d’água. Atendidas as exigências, o fazedor de chuva, sozinho na cabana, concentrou-se em profunda meditação.

    Passados 15 dias, as chuvas chegaram, os rios botaram água, os açudes sangraram, o verde voltou à paisagem, os animais se reanimaram e a alegria voltou às ruas.

    A Câmara de Vereadores prestou todas as homenagens ao Fazedor de Chuva e quis saber dele como havia conseguido o extraordinário milagre.

    Respondeu ele: Ao chegar a esta cidade, encontrei as pessoas completamente angustiadas, as mentes perplexas, alteradas, divididas, neuróticas. Naquelas circunstâncias pedi o que de melhor vocês podiam oferecer e com maior sacrifício: uma cabana tranquila, o pão e um copo d’água. Distanciado da neurose coletiva, concentrado, meditando, estava imune às tensões vividas pelo povo. Recebia o que precisava. E como estava inteiro, com a mente em paz, não dividida, naturalmente fui atraindo as coisas boas. As Chuvas chegaram até mim e por extensão a toda a cidade e região.”

     

    A estiagem na cidade retratada no texto acima pode ser comparada ao momento de Pandemia de Covid-19 e isolamento que todos estamos vivenciando. Assim como no texto, muitas mentes devem estar angustiadas.

    Diante disso, o conto nos faz pensar que o desafio talvez seja realizar um movimento de introversão, de entrar em contato com os próprios sentimentos e com as profundezas da alma, para que cada um de nós possa encontrar aquilo que nos move adiante.

    Irene Aparecida F. Mendes e Thaís Mendes Sinibaldi

     

     

  • Florais Open or Close

     

    Os sete grupos de Florais
    Certa vez, Dr. Bach havia sido convidado para um jantar. E num determinado momento, parou e começou a observar as demais pessoas do local, percebendo que elas se agrupavam pelos seus estados emocionais. A partir daí, criou os sete grupos das essências florais que são do (a):
    - Medo,
    - Incerteza e da Insegurança;
    - Falta de interesse pelas Circunstâncias Presentes;
    - Solidão;
    - Hipersensibilidade às Influências Externas;
    - Desespero ou Desânimo; 
    - Excesso de Preocupação com as pessoas.

     

    Alguns Florais do grupo do medo
    O Floral Mimulus se destina a devolver a coragem para as pessoas que tem medos conhecidos, tais como medo de barata, de dirigir, de dentista. Ao tomá-lo, a pessoa resgata sua capacidade de enfrentar as situações difíceis do cotidiano. O Floral Cherry Plum vai ajudar aos que tem medo de perder o controle da mente, aos que tem conflito de sentimentos. Ajuda as pessoas a tirar as falsas projeções, permitindo que se veja a realidade.

     

    Alguns Florais do grupo insegurança e falta de interesse no presente
    O Floral Cerato, o primeiro do grupo da Incerteza e da Insegurança, é para aqueles que decidem, mas duvidam da sua decisão, buscando conselho e confirmação dos outros. O Floral Cerato irá ajudá-los a ter confiança nas decisões e certeza de sua intuição. O Floral Gentian vai ajudar aos que desanimam após uma causa conhecida ou contratempo, como uma doença prolongada ou recorrente, a reprovação de um exame, o término de um relacionamento, perda financeira (material ou de um emprego). Este Floral irá resgatar a confiança, a fé, e a “garra pela vida”. O Floral Wild Rose ajuda as pessoas apáticas e resignadas a se tornarem mais entusiasmadas, participativas e interessadas tanto em coisas importantes como nas mais simples.

     

    Alguns Florais do grupo da solidão
    O Floral Water Violet irá ajudar aos que são sérios, fechados em seus sentimentos. Quando têm algum problema guardam só para si, fechando-se em si mesmos, podendo dar a impressão de frieza ou orgulho que, na verdade, não existem. O Floral Heather foi descrito da seguinte forma pelo Dr. Edward Bach: “Para aqueles que estão sempre procurando a companhia de alguém que possa ser útil, pois acham necessário discutir seus assuntos pessoais com outras pessoas, não importando quem sejam.Sentem-se muito infelizes, se tivessem que ficar sozinhos por algum tempo.”

     

    Alguns Florais do grupo hipersensibilidade às influências externas e do grupo desespero ou desânimo
    O Floral Agrimony vai ajudar aos que escondem seu tormento interior atrás de um rosto sorridente. Mas quando estão sozinhos buscam fugir dos problemas através dos vícios e da comida. O Floral Larch vai ajudar àqueles que tem falta de confiança em si mesmos. E por isso é muito útil para antes de exames, palestras, concursos, entrevistas, etc.

     

    Alguns Florais do grupo excesso de preocupação com as pessoas
    O Floral Vervain vai ajudar aos que tem excesso de entusiasmo que leva à euforia; aqueles que acreditam estar com a verdade e tentam convencer os outros das suas ideias. O uso do Vervain ensina que é sendo e não fazendo que alcançamos coisas importantes. O Floral Chicory é indicado para possessividade, apego e ciúmes.

     

    Florais linha Kids
    O Rescue Kids foi elaborado com a mistura original das cinco essências, porém, agora em uma fórmula sem álcool para crianças ou pessoas sensíveis ao álcool, com o objetivo de tratar as emoções como estresse, a impaciência, medos e traumas das crianças, naturalmente. O Confidence Kids ajuda a combater os efeitos que a falta de confiança pode causar no desempenho da criança na escola, em situações sociais desafiadoras e de concorrências O Daydream ajuda a criança a ter foco e concentração, eliminando as dificuldades associadas a estes dois fatores, principalmente nos estudos.

     

     

  • Os opostos se atraem Open or Close

    Relacionamentos: Os opostos se atraem.

    Essa é sem dúvida uma frase bastante utilizada nos relacionamentos amorosos.
    Por vezes, tem-se a sensação de que o parceiro escolhido é sem dúvida, o oposto do que se desejava.
    E por que será que isso acontece?
    Sentir-se atraída pelo parceiro que aparentemente nada tem a ver consigo mesmo é algo intrigante. Normalmente, as qualidades citadas pelo parceiro como as responsáveis pela atração num primeiro momento, coincidem com aquelas vistas como pontos de conflito no decorrer do relacionamento.
    A decepção com o outro é diretamente proporcional ao nível da idealização.
    Muitos casais parecem ser pólos opostos - pessoas totalmente diferentes. Essa questão está relacionada
    com a demarcação dos limites pessoais, isto é, distinguir quais os sentimentos, desejos, pensamentos, etc. que estão dentro de um e quais estão dentro do outro. A maioria dos casais faz esta divisão por meio de um acordo inconsciente, não-verbalizado, pois cada um deles carrega, incorpora e expressa pelo outro os aspectos reprimidos do eu (o ser interior) do outro. Cada um deles vê no outro as coisas que não consegue perceber em si mesmo... e luta incessantemente, para mudá-las.
    Essa é uma questão complexa, porém se observada com cuidado pode tornar a relação harmoniosa e gerar um bom crescimento para o casal, ou seja, o desenvolvimento do vínculo conjugal depende da capacidade dos parceiros de lidar com a frustrações com que se deparam quando a imagem idealizada não corresponde mais ao comportamento do outro. Não é fácil para nenhum dos parceiros abdicarem de seus desejos e fantasias, pois isto exige maturidade. Exige que os casais sejam capazes de abrir mão de suas fantasias infantis de felicidade,
    da idéia do "príncipe ou princesa encantados", e então reestruturar o relacionamento em bases mais reais.
    Esse poema convida você a uma reflexão sobre o tema:

     

    "Meu amor; por que será que ao estar longe
    É mais fácil amar você?
    Percebo que é porque fico somente
    Com muita sede de amor
    E esqueço minha incapacidade de me entregar.
    Por que será que
    Quando estamos perto brigamos
    E quando estamos distantes
    Ficamos saudosos?
    Sei agora que sua presença
    Me convida a buscar
    Dentro de mim
    Toda minha beleza de ser,
    E isso eu ainda não aprendi.
    E na saudade, não preciso
    Entrar em mim,
    Apenas sentir na ausência
    Quanto amo você...
    Um dia eu sei que vou
    Aprender a amar você
    Estando por perto.
    Preciso de você"

     

    Irene Aparecida Ferreira Mendes
  • O que são Danças Circulares? Open or Close

    O que são Danças Circulares?

    A dança é uma das mais importantes atividades humanas e pode ser considerada como uma das primeiras manifestações artísticas da humanidade. Quando se fala em Danças Circulares em qualquer lugar do mundo onde esta prática é conhecida, tem se como principal referência o nome de Bernhard Wosien, bailarino, pedagogo da dança, desenhista e pintor, que dedicou muitos anos de sua vida a coletar danças Étnicas.
    As Danças Circulares são desenvolvidas visando ampliar o conhecimento, em direção ao bem estar fí­sico, mental, emocional, energético e social das crianças. Há mais de 10 anos a Roda Viva vem trabalhando
    com a Dança Circular, e acreditando na integração e no auto-conhecimento, permitindo que as pessoas
    ancorem e experimentem uma nova forma de estar em sociedade, onde valores como a cooperação e a solidariedade possam ser vivenciados intensa e ludicamente em grandes rodas de união e paz.

     

    Mônica Amaral Melo Poyares Psicóloga, professora de Ensino Fundamental 1 e mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP com o tema: Abre a roda tin-do-le-Le - A dimensão religiosa nas brincadeiras de roda entre crianças de 4 a 6 anos.
  • O Brincar Open or Close

    O brincar

    Brincar é uma realidade cotidiana na vida das crianças e parece ter sido sempre, de fato, a atividade principal delas. Mas o que vêm a ser o brincar? Para que serve a brincadeira?
    O desenvolvimento harmonioso de uma criança depende de inúmeros fatores e um deles é o “brincar”. É brincando que elas se percebem e se localizam no mundo. Através da brincadeira, ela começa a aprender como o mundo funciona, o que pode e o que não pode ser feito.
    Cada criança, a cada idade, escolhe e se interessa por brincadeiras que correspondem melhor as suas necessidades afetivas, cognitivas e sociais. É importante que ela viva cada etapa sem antecipar interesses de idades mais avançadas. Para tal, é preciso que os pais estejam sempre atentos nos tipos de brinquedos e brincadeiras que deverão apresentar aos seus filhos, bem como, acompanhar os amiguinhos com quem estão se relacionando.
    Nem sempre a última novidade em termos de brinquedo (cores, luzes, sons, etc) representam maior diversão para a criança, ou seja, ela se interessará muito mais por aquilo que exige mais sua participação e lhe permite inventar.
    A brincadeira, seja ela qual for, o cantar, o pular, o correr, o contar casos e/ou histórias, os jogos, o “faz de conta”, o modelar, o desenhar, o pintar e até mesmo o escrever, são atividades que expressam a forma como a criança pensa, reflete, organiza, desorganiza, constrói, destrói e reconstrói o mundo a sua volta. É também um espaço onde ela pode expressar, de modo simbólico, suas fantasias, seus desejos, medos, sentimentos agressivos, lidar com sua sexualidade e vivenciar os diferentes papéis sociais. “A brincadeira é portanto um espaço de aprendizagem”. Por exemplo, no caso do jogo com os outros, a criança vai começar a perceber que existem regras, sorte, e que quando perdemos o mundo não acaba. Se ela perdeu o jogo, pode ganhar numa outra vez. As crianças precisam entender que perder não é sinônimo de inferioridade, assim como ganhar não demonstra superioridade.
    As crianças costumam repetir com freqüência determinadas brincadeiras, e essa repetição pode corresponder a algum desfio não superado, alguma preocupação, algum problema É uma maneira de lutar contra a ansiedade, contra a angústia, de expressar o que teria dificuldade de colocar em palavras. Isso acontece também nos contos de fadas e histórias infantis que a criança pede que sejam contados e recontados por várias vezes, também na tentativa de elaborar, entender determinada situação conflitiva. Quando isso não ocorre de modo satisfatório a criança cria sintomas como: a mentira, a enurese noturna (o xixi na cama), a agressividade, a dificuldade nos relacionamentos e na aprendizagem, etc., para revelar que algo não vai bem com ela. É nesse momento que precisa de ajuda. E é justamente aí que nos comprometemos a auxiliar os pais nesse encontro com seu filho.
    A ludoterapia (psicoterapia infantil através do brincar) seja individual ou em grupo, possibilita a elaboração de conflitos que a criança por si só não está conseguindo superar, favorecendo a organização de suas relações emocionais e sociais. Paralelamente a este trabalho, temos as orientações sistemáticas com os pais, além de grupos de pais que têm como objetivo discutir questões pertinentes ao desenvolvimento e educação de seus filhos.

    Irene Ap. F. Mendes e Sandra M. Potenza
  • Limites Open or Close

    Limites: Equilíbrio entre o amor e a disciplina

    Este é um tema muito discutido atualmente.
    Encontramo-nos no meio do caminho entre gerações que estão procurando a “medida certa”
    entre o amor e a disciplina.
    Em um certo momento de nossa história o limite na educação era claro e objetivo.
    As relações eram baseadas na autoridade.
    No decorrer dos tempos, a família resolveu quebrar com este sistema e partiu para uma busca da liberdade incondicional, baseada no respeito pela individualidade e no amor. Neste processo, pudemos perceber que existe a necessidade do equilíbrio entre estes dois momentos.
    Tarefa difícil?
    Acredito que sim, mas não impossível !
    A educação de nossas crianças, seja ela por parte da família ou da escola, deve partir pela busca deste equilíbrio entre o amor e o limite.
    Devemos ter clareza da importância que a educação tem na formação futura de nossa sociedade.
    A cada fase da vida a necessidade de um ou outro (amor / limite) se faz presente de diferentes formas.
    A criança pequena possui necessidades muito diferentes do adolescente, porém hoje estamos cada vez mais convencidos que de formas diferentes eles pedem limites para nós, pais e educadores, para ajudar-lhes na construção de sua própria individualidade.
    Devemos entender o limite e a disciplina como organizadores do cotidiano de nossas crianças e jovens.
    Eles necessitam de nossa intervenção diária para poder se desenvolver. É nossa responsabilidade formar seres autônomos e responsáveis por sua própria vida, por suas próprias escolhas. Para isso é necessário perceber que educar é uma realidade presente em todas as relações e não somente uma responsabilidade da família.
    Todos, cada um com suas características e alcance, somos responsáveis por nossos jovens.
    Não adianta culpar somente os pais ou a escola pela falta de limites, devemos sim assumir a responsabilidade pela formação de uma sociedade mais saudável e justa.
    O equilíbrio exige maturidade, revisão de valores pessoais e muita disposição para a mudança. Estamos no centro destas transformações sociais, e a volta desta discussão sobre disciplina e limites representa claramente a necessidade de uma revisão de valores por parte de toda a sociedade. Neste artigo fica o alerta e, sobretudo, o convite para uma reflexão mais aprofundada sobre este assunto e, porque não dizer, desta necessidade que é a presença do limite nas nossas relações.

     

    Marcia Pires Duarte Fiori
  • Audição x Desenv. Escolar Open or Close

    Audição X Desenvolvimento Escolar

    Um dos pré-requisitos para que a criança apresente bom rendimento escolar é a audição.
    Muitas vezes, crianças que vão mal na escola, que são desatentas, que apresentam dificuldades de comunicação e/ou aprendizado podem estar sofrendo com uma infecção de ouvido- otite.
    A otite pode variar de uma forte dor de ouvido e eliminação de secreção, a apenas uma redução
    da capacidade auditiva.
    Os casos mais leves de otite, onde observamos apenas uma redução da capacidade auditiva, geralmente passam desapercebidos pelos pais e professores da criança, podendo trazer prejuízos ao rendimento escolar da mesma. Nestas situações, além de desatenta, a criança em fase de alfabetização pode apresentar trocas na escrita, devido ao rebaixamento da pista auditiva. Qualquer que seja o grau de alteração auditiva, há uma redução da inteligibilidade de fala, impedindo a criança de aprender de maneira adequada.
    A otite deve ser tratada, para que a criança volte a Ter condições de ouvir adequadamente, podendo desenvolver-se com sucesso.
    Atualmente foi criada uma lei que obriga os alunos das escolas públicas a passarem por uma triagem auditiva,
    no início do ano letivo, evitando problemas e atrasos no desenvolvimento escolar.
    Se a escola de seu filho ainda não solicitou a realização deste exame, procure um profissional (médico otorrinolaringologista) e faça-o.

     

    Ana Claudia Didio Briani
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    A Escolha é sua, o Momento é seu... a Profissão Também Será!

    “Ou isso ou aquilo”

    Cecí­lia Meireles

    Ou se tem sol e não se tem sol,
    Ou se tem sol e não se tem chuva!
    Ou se calça a luva e não se põe o anel,
    Ou se põe o anel e não se calça a luva!
    Quem sobe nos ares, não fica no chão,
    Quem fica no chão, não sobe nos ares!
    É uma grande pena que eu não possa estar
    Ao mesmo tempo em dois lugares!
    Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
    Ou compro o doce e gasto o dinheiro!
    Ou isso ou aquilo: ou isso ou aquilo
    ... e vivo escolhendo o dia inteiro!
    Não sei se brinco, não sei se estudo,
    Se saio correndo ou fico tranqüilo!
    Mas não consegui entender ainda qual o melhor!
    Se isto ou aquilo.”

     

    Este poema de Cecí­lia Meireles inspirou-nos a dizer algo de extrema importância, de uma forma sutil,
    sem a ansiedade que o momento traz, mas com a certeza de que no final chegaremos ao melhor para você.
    Ao longo de nossa vida passamos por situações de escolha a todos os momentos.
    Já no nascimento escolhemos, nascer prematuros ou, se teremos menos pressa para ver o mundo e nascermos de 9 meses.
    O parto é outra escolha, ficamos lá quietinhos e esperamos alguém vir nos resgatar para a vida ou escolhemos no meio da madrugada vir ao mundo.
    Assim vamos pela vida afora escolhendo entre isso ou aquilo.
    Como a vida não é tão boazinha conosco, por vezes nossas escolhas passam pelo isso, pelo aquilo, pelo aquele, por aquela, pelo esse, por essa, neste ou nesta.
    E disso, depende nossa vida futura. Tal fato se dá geralmente na idade em que tudo parece mais difí­cil.
    Tá bom, chega de suspense!!!
    Estamos falando da sua escolha profissional. Sua capacitação para a carreira que pretende seguir,
    a disponibilidade do curso na faculdade que você pretende, o que o mercado espera do futuro profissional
    na área que você deseja e de todas as outras dúvidas que o assunto traz.
    Caso você perceba alguma semelhança entre o texto e seu momento, venha conversar conosco e fazer parte
    do nosso PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO VOCACIONAL.

     

    Irene Aparecida Ferreira Mendes, psicóloga (CRP 06/27449-1), formada pela PUC/SP em 1986, psicoterapeuta Junguiana, Arte Educadora em 1986 e pós-graduada em Psicopedagogia.
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