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O NDP tem como objetivo fornecer informações sobre diferentes assuntos.
Periodicamente novos textos serão acrescentados, permitindo assim que você se mantenha atualizado e possa refletir sobre temas importantes para o nosso dia a dia.
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  • A Escolha é sua... Open or Close

    A Escolha é sua, o Momento é seu... a Profissão Também Será!

    “Ou isso ou aquilo”

    Cecí­lia Meireles

    Ou se tem sol e não se tem sol,
    Ou se tem sol e não se tem chuva!
    Ou se calça a luva e não se põe o anel,
    Ou se põe o anel e não se calça a luva!
    Quem sobe nos ares, não fica no chão,
    Quem fica no chão, não sobe nos ares!
    É uma grande pena que eu não possa estar
    Ao mesmo tempo em dois lugares!
    Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
    Ou compro o doce e gasto o dinheiro!
    Ou isso ou aquilo: ou isso ou aquilo
    ... e vivo escolhendo o dia inteiro!
    Não sei se brinco, não sei se estudo,
    Se saio correndo ou fico tranqüilo!
    Mas não consegui entender ainda qual o melhor!
    Se isto ou aquilo.”

     

    Este poema de Cecí­lia Meireles inspirou-nos a dizer algo de extrema importância, de uma forma sutil,
    sem a ansiedade que o momento traz, mas com a certeza de que no final chegaremos ao melhor para você.
    Ao longo de nossa vida passamos por situações de escolha a todos os momentos.
    Já no nascimento escolhemos, nascer prematuros ou, se teremos menos pressa para ver o mundo e nascermos de 9 meses.
    O parto é outra escolha, ficamos lá quietinhos e esperamos alguém vir nos resgatar para a vida ou escolhemos no meio da madrugada vir ao mundo.
    Assim vamos pela vida afora escolhendo entre isso ou aquilo.
    Como a vida não é tão boazinha conosco, por vezes nossas escolhas passam pelo isso, pelo aquilo, pelo aquele, por aquela, pelo esse, por essa, neste ou nesta.
    E disso, depende nossa vida futura. Tal fato se dá geralmente na idade em que tudo parece mais difí­cil.
    Tá bom, chega de suspense!!!
    Estamos falando da sua escolha profissional. Sua capacitação para a carreira que pretende seguir,
    a disponibilidade do curso na faculdade que você pretende, o que o mercado espera do futuro profissional
    na área que você deseja e de todas as outras dúvidas que o assunto traz.
    Caso você perceba alguma semelhança entre o texto e seu momento, venha conversar conosco e fazer parte
    do nosso PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO VOCACIONAL.

     

    Irene Aparecida Ferreira Mendes, psicóloga (CRP 06/27449-1), formada pela PUC/SP em 1986, psicoterapeuta Junguiana, Arte Educadora em 1986 e pós-graduada em Psicopedagogia.
  • Audição x Desenv. Escolar Open or Close

    Audição X Desenvolvimento Escolar

    Um dos pré-requisitos para que a criança apresente bom rendimento escolar é a audição.
    Muitas vezes, crianças que vão mal na escola, que são desatentas, que apresentam dificuldades de comunicação e/ou aprendizado podem estar sofrendo com uma infecção de ouvido- otite.
    A otite pode variar de uma forte dor de ouvido e eliminação de secreção, a apenas uma redução
    da capacidade auditiva.
    Os casos mais leves de otite, onde observamos apenas uma redução da capacidade auditiva, geralmente passam desapercebidos pelos pais e professores da criança, podendo trazer prejuízos ao rendimento escolar da mesma. Nestas situações, além de desatenta, a criança em fase de alfabetização pode apresentar trocas na escrita, devido ao rebaixamento da pista auditiva. Qualquer que seja o grau de alteração auditiva, há uma redução da inteligibilidade de fala, impedindo a criança de aprender de maneira adequada.
    A otite deve ser tratada, para que a criança volte a Ter condições de ouvir adequadamente, podendo desenvolver-se com sucesso.
    Atualmente foi criada uma lei que obriga os alunos das escolas públicas a passarem por uma triagem auditiva,
    no início do ano letivo, evitando problemas e atrasos no desenvolvimento escolar.
    Se a escola de seu filho ainda não solicitou a realização deste exame, procure um profissional (médico otorrinolaringologista) e faça-o.

     

    Ana Claudia Didio Briani
  • Limites Open or Close

    Limites: Equilíbrio entre o amor e a disciplina

    Este é um tema muito discutido atualmente.
    Encontramo-nos no meio do caminho entre gerações que estão procurando a “medida certa”
    entre o amor e a disciplina.
    Em um certo momento de nossa história o limite na educação era claro e objetivo.
    As relações eram baseadas na autoridade.
    No decorrer dos tempos, a família resolveu quebrar com este sistema e partiu para uma busca da liberdade incondicional, baseada no respeito pela individualidade e no amor. Neste processo, pudemos perceber que existe a necessidade do equilíbrio entre estes dois momentos.
    Tarefa difícil?
    Acredito que sim, mas não impossível !
    A educação de nossas crianças, seja ela por parte da família ou da escola, deve partir pela busca deste equilíbrio entre o amor e o limite.
    Devemos ter clareza da importância que a educação tem na formação futura de nossa sociedade.
    A cada fase da vida a necessidade de um ou outro (amor / limite) se faz presente de diferentes formas.
    A criança pequena possui necessidades muito diferentes do adolescente, porém hoje estamos cada vez mais convencidos que de formas diferentes eles pedem limites para nós, pais e educadores, para ajudar-lhes na construção de sua própria individualidade.
    Devemos entender o limite e a disciplina como organizadores do cotidiano de nossas crianças e jovens.
    Eles necessitam de nossa intervenção diária para poder se desenvolver. É nossa responsabilidade formar seres autônomos e responsáveis por sua própria vida, por suas próprias escolhas. Para isso é necessário perceber que educar é uma realidade presente em todas as relações e não somente uma responsabilidade da família.
    Todos, cada um com suas características e alcance, somos responsáveis por nossos jovens.
    Não adianta culpar somente os pais ou a escola pela falta de limites, devemos sim assumir a responsabilidade pela formação de uma sociedade mais saudável e justa.
    O equilíbrio exige maturidade, revisão de valores pessoais e muita disposição para a mudança. Estamos no centro destas transformações sociais, e a volta desta discussão sobre disciplina e limites representa claramente a necessidade de uma revisão de valores por parte de toda a sociedade. Neste artigo fica o alerta e, sobretudo, o convite para uma reflexão mais aprofundada sobre este assunto e, porque não dizer, desta necessidade que é a presença do limite nas nossas relações.

     

    Marcia Pires Duarte Fiori
  • O Brincar Open or Close

    O brincar

    Brincar é uma realidade cotidiana na vida das crianças e parece ter sido sempre, de fato, a atividade principal delas. Mas o que vêm a ser o brincar? Para que serve a brincadeira?
    O desenvolvimento harmonioso de uma criança depende de inúmeros fatores e um deles é o “brincar”. É brincando que elas se percebem e se localizam no mundo. Através da brincadeira, ela começa a aprender como o mundo funciona, o que pode e o que não pode ser feito.
    Cada criança, a cada idade, escolhe e se interessa por brincadeiras que correspondem melhor as suas necessidades afetivas, cognitivas e sociais. É importante que ela viva cada etapa sem antecipar interesses de idades mais avançadas. Para tal, é preciso que os pais estejam sempre atentos nos tipos de brinquedos e brincadeiras que deverão apresentar aos seus filhos, bem como, acompanhar os amiguinhos com quem estão se relacionando.
    Nem sempre a última novidade em termos de brinquedo (cores, luzes, sons, etc) representam maior diversão para a criança, ou seja, ela se interessará muito mais por aquilo que exige mais sua participação e lhe permite inventar.
    A brincadeira, seja ela qual for, o cantar, o pular, o correr, o contar casos e/ou histórias, os jogos, o “faz de conta”, o modelar, o desenhar, o pintar e até mesmo o escrever, são atividades que expressam a forma como a criança pensa, reflete, organiza, desorganiza, constrói, destrói e reconstrói o mundo a sua volta. É também um espaço onde ela pode expressar, de modo simbólico, suas fantasias, seus desejos, medos, sentimentos agressivos, lidar com sua sexualidade e vivenciar os diferentes papéis sociais. “A brincadeira é portanto um espaço de aprendizagem”. Por exemplo, no caso do jogo com os outros, a criança vai começar a perceber que existem regras, sorte, e que quando perdemos o mundo não acaba. Se ela perdeu o jogo, pode ganhar numa outra vez. As crianças precisam entender que perder não é sinônimo de inferioridade, assim como ganhar não demonstra superioridade.
    As crianças costumam repetir com freqüência determinadas brincadeiras, e essa repetição pode corresponder a algum desfio não superado, alguma preocupação, algum problema É uma maneira de lutar contra a ansiedade, contra a angústia, de expressar o que teria dificuldade de colocar em palavras. Isso acontece também nos contos de fadas e histórias infantis que a criança pede que sejam contados e recontados por várias vezes, também na tentativa de elaborar, entender determinada situação conflitiva. Quando isso não ocorre de modo satisfatório a criança cria sintomas como: a mentira, a enurese noturna (o xixi na cama), a agressividade, a dificuldade nos relacionamentos e na aprendizagem, etc., para revelar que algo não vai bem com ela. É nesse momento que precisa de ajuda. E é justamente aí que nos comprometemos a auxiliar os pais nesse encontro com seu filho.
    A ludoterapia (psicoterapia infantil através do brincar) seja individual ou em grupo, possibilita a elaboração de conflitos que a criança por si só não está conseguindo superar, favorecendo a organização de suas relações emocionais e sociais. Paralelamente a este trabalho, temos as orientações sistemáticas com os pais, além de grupos de pais que têm como objetivo discutir questões pertinentes ao desenvolvimento e educação de seus filhos.

    Irene Ap. F. Mendes e Sandra M. Potenza
  • O que são Danças Circulares? Open or Close

    O que são Danças Circulares?

    A dança é uma das mais importantes atividades humanas e pode ser considerada como uma das primeiras manifestações artísticas da humanidade. Quando se fala em Danças Circulares em qualquer lugar do mundo onde esta prática é conhecida, tem se como principal referência o nome de Bernhard Wosien, bailarino, pedagogo da dança, desenhista e pintor, que dedicou muitos anos de sua vida a coletar danças Étnicas.
    As Danças Circulares são desenvolvidas visando ampliar o conhecimento, em direção ao bem estar fí­sico, mental, emocional, energético e social das crianças. Há mais de 10 anos a Roda Viva vem trabalhando
    com a Dança Circular, e acreditando na integração e no auto-conhecimento, permitindo que as pessoas
    ancorem e experimentem uma nova forma de estar em sociedade, onde valores como a cooperação e a solidariedade possam ser vivenciados intensa e ludicamente em grandes rodas de união e paz.

     

    Mônica Amaral Melo Poyares Psicóloga, professora de Ensino Fundamental 1 e mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP com o tema: Abre a roda tin-do-le-Le - A dimensão religiosa nas brincadeiras de roda entre crianças de 4 a 6 anos.

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